Dois grandes defeitos do brasileiro: Fumar pouco e gostar muito de baixaria

surfistagay

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Importante na vida é acreditar no que você está fazendo. Deus sabe que o duro que eu dou. Comunicar é criar pontes. E to aí, no rio Kwai, martelando a madeira todo santo dia. You keep on knocking but you can’t come in.

E nessa vamos indo. Não nado em dinheiro mas pra cervejinha e pro jogo do Galo sempre tem. Pelo menos quando fecho os meus olhinhos a noite, ou ouço meu Jorge Mautner andando a pé pelas ruas de BH, vou em paz. Tenho meu cigarro de palha, meu cavalo ligeiro. Minha rede de malha e meu cachorro trigueiro. O twitter, a pós, a tv queijo e o blog consomem meu tempo nos intervalos de minhas conquistas e mulherenguices.

Agora falemos do Brasil

Agora, falemos do Brasil

E porque meu desabafo? É a questão do diploma de jornalista não servir pra bosta nenhuma? É a sujeira disseminada no Senado? A putaria representada pelo advento da dany luxo? Nada disso. Sevandigenas e proxenetas, o Brasil sempre teve aos montes. The hole is more under.

Culto que sou, ontem tava numa festa da galera do cinema. Papo vaí, papo vêm, acabou meu Marlboro Azul e fui em busca de alguém pra me salvar um careta. E nada. O brasileiro traí a tradição milenar da baforada ineterrupta, por balelas iniciadas pelo José Serra, tarado e sacripanta. É o estado do panóptipo, do controle social. E lá se foi lei seca e correlatos. Todo o poder pelo seu controle. É o que nos informava o Zeitgeist. ‘Quando acabar as sobras, cairá a ditadura’. É o que nos informava o Dawn of the Dead, ‘quando acabar o espaço no inferno, os mortos andaram na terra’.

José Serra e um animado eleitor.

José Serra e um animado eleitor.

O brasileiro que fuma é contemplativo. É pensante. Mira. Olha. Sente. O brasileiro anti-fumo, em nome de pretensos benefícios à saúde, vira servo do estado de controle. Da sociedade de risco. É por essas que se vende tanto seguro de vida. O brasileiro que fuma se relaciona. Faz amigos. Dá dinheiro pra empresas comprometidas com o fomento cultural e atividades esportivas.

Mas a mídia corporativa tá bancando essas falácias contra nosso querido vale-quimioterapia, o cigarro. E procura distrair a família brasileira com informações anti-religiosas sobre a vida dos faustos famosos – as ditas celebridades. Baixaria. Mas na hora de te convidarem pra suruba, o telefone tá desligado! E país de merda!

Que bundinha gostosa!

Que bundinha gostosa!

Mas continuo firme em minha decisão. Caí diproma, sobre triploma. Nasci jornalista. Nasci comunicador. Calouro pensava em garantir resenhas elogiosas, em troca de deliciosos suborninhos. E não descansarei, enquanto não tiver chantageado a todos meus inimigos. Jornalista à moda antiga. Jornalista de soul.

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Alinhei-me não é de hoje com figuras que compactuam com série de meus preceitos. Sempre consigo fazer parcerias com nobres cidadãos, cujos intuitos são iguais aos meus: A destruição da raça humana e sua substituição por zumbis comedores de carne, e a obrigatoriedade do uso de saias colegias por todas as mulheres.

Pessoal do Queijo Elétrico.

Pessoal do Queijo Elétrico. Eu sou o último, da esquerda pra direita.

Bons amigos estão no Queijo Eletrico. Vocês possivelmente já assistiram nossa mais nova aventura, a TV Queijo. Abaixo insiro a nova vinheta do amado Cafa Sorridente e o mais recente programa. Até a volta, quando minha indignação terá passado. Espero eu.

e

grande abraço

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~ por cafasorridente em junho 23, 2009.

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