Na beira do Mar

baron samedi1

 

Na beira do mar, chamarei Iemanjá.

Que dia fluxo de consciência. Que delicia, falar, escrever, sei lá.

Bebo minha cerveja, hás tantas e tantas da manhã. E é engraçado, que é tudo sobre isso. Sobre a Skol, sobre meu Deus protetor. Por uma madrugada (primavera?) que a gente quer que chegue. Que a gente quer tanto que não demore.

(Meu psicólogo me ensinou para não coletivizar a culpa, a vontade).

Mas tem hora, que a massa vira massa amorfa. Vira um todo. O Nelson falava nisso também. Na massa heterogênea.

Explico, esse é o momento em que deixamos de ser individuo. Quando aceitamos a vontade da turba, e juntos aceitamos e somos aceitados. Vamos para a direita, esquerda, queime, pegue fogo. Que coisa boa ser parte de um todo.

Hoje foi um dia lindo. Imensamente bonito. No primeiro momento, estava cínico. Cheguei a Pampulha com dificuldades, e acompanhei o fim de manifestação.

Mas não era fim. Nunca foi.

Ai sim. Fomos surpreendidos novamente. Todo meu cinismo, em cheque. Mas o ‘mate kill’ está pra outro lado.

Mas qual lado? Em que lado?

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~ por cafasorridente em abril 2, 2014.

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